sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Dicionário de Acordes Cifrados de Almir Chediak

 Dicionário de Acordes Cifrados de Almir Chediak é uma obra de referência sobre acordes cifrados para violão, publicada pela primeira vez em 1984 e reeditada diversas vezes. O livro se divide em duas partes distintas:

Parte 1: Noções Básicas de Acordes

  • Apresenta fundamentos sobre acordes, incluindo elementos básicos, tipos de acordes, construção de acordes e cifras associadas.
  • Escrito de maneira clara e objetiva, utilizando exemplos musicais para facilitar a compreensão.

Parte 2: Dicionário de Acordes

  • Contém um extenso dicionário com mais de 1.000 acordes cifrados.
  • Organizado por categorias, abrange desde acordes básicos até variações mais avançadas, incluindo acordes alterados, substitutos, de sétima, nona, décima primeira e treze.
  • Cada acorde é acompanhado por informações sobre sua construção, cifra, função e sonoridade.

Dicionário de Acordes Cifrados é uma escolha valiosa para músicos que buscam aprofundar seus conhecimentos sobre acordes cifrados. Com uma abordagem clara, exemplos práticos e um dicionário completo, o livro atende tanto a iniciantes quanto a músicos mais experientes que desejam explorar acordes de forma abrangente.

"Ciranda das Seis Cordas" por Henrique Pinto

 

"Ciranda das Seis Cordas" é um método de ensino de violão destinado a crianças, escrito por Henrique Pinto e publicado pela primeira vez em 1977, com diversas reedições desde então. Dividido em duas partes, o livro oferece uma abordagem lúdica e educativa para o aprendizado do instrumento.

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"Harmonia e Improvisação" por Almir Chediak

 

"Harmonia e Improvisação" é uma série de dois livros escritos por Almir Chediak, um músico, compositor e arranjador brasileiro. Publicados pela primeira vez em 2009 e reeditados várias vezes, os livros oferecem uma abordagem abrangente para músicos de nível intermediário a avançado que desejam aprofundar seus conhecimentos em teoria musical e improvisação.


almir-chediak-harmonia-e-improvisaao-vol-1

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Os livros de Henrique Pinto, volumes 1 a 4

 

Os livros de Henrique Pinto, volumes 1 a 4, são métodos de ensino de violão escritos pelo compositor e professor brasileiro Henrique Pinto. Publicados pela primeira vez em 1948 e reeditados várias vezes, esses volumes oferecem uma abordagem abrangente para músicos de todos os níveis de habilidade.

Cada volume é projetado para um nível específico:

  • Volume 1: Orientado para iniciantes, cobre noções básicas, como posição das mãos, leitura musical e técnicas de ambas as mãos. Inclui exercícios práticos para desenvolver a técnica inicial.

  • Volume 2: Destinado a músicos intermediários, aborda técnicas mais avançadas da mão direita e esquerda, além de acordes, escalas e peças. Inclui exercícios para aprimorar a técnica intermediária.

  • Volume 3: Voltado para músicos avançados, aprofunda conhecimentos de teoria musical, técnica e apresenta exercícios práticos para desenvolver a habilidade avançada no violão.

  • Volume 4: Projetado para músicos profissionais, foca em aprimorar a técnica e expandir o repertório, com ênfase em técnicas avançadas da mão direita e esquerda.

Todos os volumes são escritos de maneira clara e objetiva, incorporando numerosos exemplos musicais para facilitar a compreensão dos conceitos teóricos. Cada livro inclui exercícios práticos para aprimorar a técnica. Esses métodos de Henrique Pinto são considerados uma escolha popular no Brasil para aqueles que desejam aprender violão, independentemente do nível de habilidade.



Iniciacao ao Violao Vol. I
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Iniciacao ao Violao Vol. II
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Curso Progressivo de Violão
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IV - Henrique Pinto - Técnica da Mão Direita - Arpejos

"A Harmonia Tonal de Schoenberg" por Arnold Schoenberg

 


"A Harmonia Tonal de Schoenberg" é um livro de teoria musical escrito por Arnold Schoenberg, originalmente publicado em alemão em 1911 e traduzido para o português em 2013. Dividido em três partes - Conceitos Básicos, Funções Tonais e Progressões Harmônicas - o livro aborda os fundamentos da harmonia tonal, incluindo tópicos como tonalidade, função tonal, acordes, intervalos e progressões harmônicas.

Destinado a músicos de nível intermediário ou avançado, o livro oferece uma explanação clara e objetiva dos conceitos, apoiada por numerosos exemplos práticos. Leitores elogiam a clareza, organização e utilidade do livro, considerando-o essencial para compreender a teoria musical.

Embora possa ser considerado avançado para músicos iniciantes, a obra se destaca por sua riqueza de exemplos musicais, glossário de termos e disponibilidade nos formatos físico e digital. Em suma, "A Harmonia Tonal de Schoenberg" é uma opção valiosa para músicos que buscam aprofundar seus conhecimentos em teoria musical, proporcionando uma leitura prazerosa e informativa.



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"Teoria Musical - 1.ª e 2.ª Partes" por Artur Fão

 

"Teoria Musical - 1.ª e 2.ª Partes" é um livro escrito por Artur Fão, lançado em 2010 e reeditado várias vezes. Dividido em duas partes, abrange desde fundamentos da música até aspectos de melodia, harmonia e ritmo. Destinado principalmente a músicos iniciantes, o livro oferece introduções teóricas seguidas de exercícios práticos em cada seção.

A Parte 1 explora conceitos como notação musical, altura, duração, intensidade, dinâmica, articulação, tempo, compasso, figuras rítmicas e sílabas rítmicas. Na Parte 2, o autor aborda melodia, harmonia, ritmo e análise musical.

Leitores destacam a clareza, objetividade e a inclusão de exemplos práticos no livro, considerando-o essencial para músicos iniciantes. No entanto, alguns podem achá-lo básico para músicos intermediários ou avançados. O livro é elogiado pela organização, sendo ilustrado com exemplos musicais e incluindo um glossário de termos. Disponível em formato físico e digital, "Teoria Musical - 1.ª e 2.ª Partes" oferece uma abordagem abrangente e bem escrita para aqueles que buscam compreender os fundamentos da teoria musical.


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"Acordes, Arpejos e Escalas" por Nelson Faria

 

"Acordes, Arpejos e Escalas" é um livro de teoria musical escrito por Nelson Faria, destinado a músicos de nível intermediário, mas também útil para iniciantes interessados em teoria musical. Publicado em 2009 e reeditado diversas vezes, o livro é dividido em três partes, abordando acordes, arpejos e escalas. Cada seção inclui uma introdução teórica seguida de exercícios práticos. Os leitores elogiam a clareza, objetividade e os muitos exemplos práticos oferecidos pelo autor. Embora bem escrito e organizado, alguns consideram o livro um pouco avançado para iniciantes. Em resumo, é uma obra abrangente e valiosa para aprofundar o entendimento da teoria musical, destacando-se pela explicação clara e pelos exemplos práticos.

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O solo de guitarra de Beat it | PodCaverna

MELLO, MOzart. Livro de Guitarra Fusion

 

MELLO, MOzart. Livro de Guitarra Fusion

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Gustavo Tavares e Nelson Faria - Brazilian Cello & Guitar Music - música brasileira para violoncelo e violão

 

Gustavo Tavares e Nelson Faria - Brazilian Cello & Guitar Music - música brasileira para violoncelo e violão

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FARIA, Nelson. Estudos para Guitarra

 

FARIA, Nelson. Estudos para Guitarra 

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Minhas Primeiras Notas ao Violão (Vol.1e2)

 

Minhas Primeiras Notas ao Violão (Vol.1e2)

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FARIA, Nelson. Harmonia Aplicada ao Violão

 

FARIA, Nelson. Harmonia Aplicada ao Violão

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JAZZ - HARMONIA E IMPROVISAÇÃO - Ivan Barasnevicius

 

JAZZ - HARMONIA E IMPROVISAÇÃO - Ivan Barasnevicius

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Acordes Suspensos (sus)


Os acordes suspensos, servem para deixar a música suspensa ou deixar um ar de dúvida, se perguntando o que virá. Ele também pede uma conclusão, mas ele chama um acorde da mesma família, pois o acorde suspenso não tem definição. Não se sabe se ele é maior ou menor, se ele é aumentado ou diminuto. Ele chama o acorde maior referente a ele.

Existem duas formas do acorde suspenso, a suspensão da segunda (sus2) e a suspensão da quarta (sus4).

Csus2: DÓ RÉ SOL

Esse acorde se conclui com o acorde de C: DÓ MI SOL.

Csus4: DÓ FÁ SOL

Esse acorde se conclui com o acorde de C: DÓ MI SOL.

Livros de Harmonia da Berklee (Volumes 1, 2, 3 e 4)

 

Livros de Harmonia da Berklee (Volumes 1, 2, 3 e 4)

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koellreutter-harmonia-funcional

 

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Curso Completo de Teoria Musical e Solfejo - Vol. 1

 

Curso Completo de Teoria Musical e Solfejo - Vol. 1

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Paschoal Bona - Método Completo Para Divisão Musical

 

Paschoal Bona - Método Completo Para Divisão Musical

Descrição do livro:

O Bona proporciona ao músico domínio em leitura métrica, rítmica e solfejo, além de habilidade na execução do instrumento.

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Baseado no texto do Prof. Bohumil Med

 


Tocar um instrumento é fácil. Basta apertar a tecla certa. Tocar bem é que são elas. Exige muita dedicação, esforço, renúncias e sobretudo tempo. 
Bohumil Med


Quem são esses profissionais?



Segundo o site Wikipédia... Professor ou docente é uma pessoa que ensina ciência, arte, técnica ou outros conhecimentos. Para o exercício dessa profissão, requer-se qualificações acadêmicas e pedagógicas, para que consiga transmitir/ensinar a matéria de estudo da melhor forma possível ao aluno.
É uma das profissões mais importantes, tendo em vista que as demais, na sua maioria, dependem dela. Já Platão, na sua obra A República, alertava para a importância do papel do professor na formação do cidadão.


Ao longo da história, até mesmo sem perceber, os músicos se depararam com situações semelhantes a de um professor. Seja ele compositor, teórico, instrumentista e etc, um músico sempre tem um discípulo.


A música é uma arte e os músicos, os seus "profetas". Alguns poucos nascem prontos e precisam apenas se aperfeiçoar. A maioria, contudo, tem de ser moldada. Em qualquer dos casos, são indispensáveis orientações e ensinamentos por "profetas" mais antigos e experientes, chamados professores de música.


Enquanto professores de outras disciplinas costumam trabalhar com turmas de muitos alunos e durante um período letivo, o professor de música tem uma particularidade: acompanha e orienta individualmente seu aluno, na maioria das vezes por anos a fio, e não raro se tornam amigos pessoais.




Para aprender a tocar bem, é importante escolher um bom professor, experiente, dedicado, que tenha boa didática e psicologia. O professor vai indicar o método a ser adotado e a técnica a ser aplicada. A partir desse momento, é indispensável que o aluno confie nele e siga suas orientações. Quando o aluno sentir que assimilou tudo o que podia, está na hora de procurar orientador mais experiente ou instituição musical mais avançada.


A escolha do primeiro professor de música da criança quase sempre é tarefa dos pais e, geralmente, obedece a critério de ordem prática, porque nessa fase não existe preocupação com a qualidade. Os pais procuram a escola ou o professor mais próximo de sua casa ou mais em conta.


Muitas vezes, o desenvolvimento com a música ocorre sem a interferência dos pais. Influenciados por grupos famosos, jovens formam conjuntos ou bandas e, sem nenhum conhecimento musical, simplesmente começam a tocar.


Vários músicos iniciaram a carreira dessa maneira, mas só se tornaram conhecidos porque, ao perceberem que não bastava o entusiasmo, trataram de estudar com seriedade, sob a orientação de professores experientes.


Se tem intenção de se profissionalizar, o aluno deve procurar o melhor professor, mesmo que isso implique frequentes viagens ou até mudança de cidade. Aspectos práticos, como a proximidade e o preço, não deveriam pesar tanto. Sacrifícios pessoais e financeiros não podem ser poupados, já que o prioridade é garantir a melhor formação possível. É comum alunos viajarem centenas de quilômetros para ter ao menos uma aula com um mestre famoso.


Livros de auto-ajuda ensinam que, quanto mais alto for o objetivo, maior será a possibilidade de sucesso. Ainda que não se atinja a meta proposta, o fato de chegar perto representa uma vitória. Todo instrumentista deveria almejar ser um virtuoso ou pelo menos entrar para a Filarmônica de Berlin (uma das melhores do mundo). Assim, quem sabe, consiga aprovação em concurso para a Orquestra Sinfônica do seu estado. Quem sonho baixo acaba tocando no barzinho da esquina.


Realizado, o músico não deve se esquecer das pessoas que o ajudaram na sua caminhada, sobretudo seus professores, desde o primeiro, ainda na infância. Parte do sucesso deve ser creditada a eles.


Algumas verdades sejam ditas...


1 - Isso é fundamental: Nem todo bom instrumentista é bom professor.


2 - Cuidado com os malas, os falsos professores, àqueles que ensinam por meio de macetes e dicas. Esses usam a desculpa de que o estudo da música é chato e enfadonho, que os livros usam uma linguagem inascível (De fato, mas só para analfabetos funcionais. Vá me desculpando, mas a música é uma das áreas do conhecimento humano mais abrangentes, estudar música e não se deparar com a erudição é impossível amigos) . Esses caras, esses professores não têm paciência para elaborar método e repertório didático e nem sabem esperar pela evolução do aluno (que costuma variar de um aluno para o outro), abandonam os alunos em seus estudos e utiliza recurso de vídeo com a desculpa de ser mais eficiente... blá blá blá.


3 - O olhar do professor sobre a execução prática ao instrumento é fundamental, pois possibilita a correção e consequente aplicação correta da técnica de instrumento. Isso não pode ser aprendido em livros ou videos... Mas é pessoal!


4 - Os autores clássicos da teoria musical e os compositores de referência, sejam eles clássicos ou populares, são fundamentais. Sempre que uma geração abandona a leitura dos clássicos e o conhecimento da nostalgia musical, nota-se uma decadência nas composições. Isso é terrível e com alto preço de reparação.


5 - A grande desculpa: Não quero ser profissional... Se isso já saiu da sua boca enquanto tentava resistir à leitura, conceito ou argumentação de um professor saiba que você está no caminho que beira a mediocridade.


6 - Simples assim... Não queira tocar Brasileirinho se você não consegue decorar as notas do Parabéns! É verdade que tocar músicas da nossa preferência nos dá uma melhor sensação, entre tando, boa parte dessas música não são indicados nos primeiros meses de aula. Uma coisa é fundamental nesse processo: entender, compreender e não decorar. Ler uma partitura requer domínio dos elementos básicos que compõem a notação musical, onde a participação da memória auditiva é importante e norteadora, porém, não é a fonte de notas.


Como tocar uma música que você nunca ouviu?


R. Aprendendo a ler partituras, do contrário você será sempre escravo da platéia e dos videos de notas caindo do Youtube... Isso é que é medíocre!


7 - Um professor de música é muito valioso. Pague bem ao seu professor de música, afinal, para realizar esse papel ele dedicou muito do seu tempo aos treinos, leitura e pesquisa. Ele se preparou para esse papel, ele depende da renda das aulas. O seu professor um dia foi aluno, e assim como você também teve dificuldades, contratou um professor e também achou que não iria conseguir.


8 - É normal desanimar, os erros constantes nos causam cansaço, preguiça e desânimo. Porém, os erros são fundamentais, fazem parte da nossa formação, e eles não representam um obstáculo, mas são como um farol sempre apontando onde estão as nossas falhas.


9 - A música é extremamente exigente, seletiva. Ela só se abre aos que realmente se entregam a ela sem pressa e murmuração.


10 - Os erros, ah os erros... Aprenda com eles, mude, improvise... Cresça com os erros, e crescer dói amigo. Mas aprenda e cresça com os seus erros, ou então, compre lenços, e se prepare para continuar sendo um bebe chorão, cuja única melodia que sairá de suas canções é o som causado pelas suas desculpas e mimos.


11 - Chato é você que reclama de tudo. Reclama da leitura, reclama da postura, reclama dos exercícios, reclama do repertório, reclama do professor... Ah, se toca meu, estudar é uma atividade que requer concentração e não diversão, se você não entender isso... Desista da música!


12 - Palco é uma consequência do seu aprendizado. Se você não costuma ensaiar e corrigir seus erros, fique longe dos palcos.


13 - O professor é cara...


14 - Se você apenas deseja ser superficial na música, decorar notas de uma melodia, decorar escalas ou fazer acordes sem compreender a estrutura dos mesmos... Ah, fala sério, o YouTube é a sua cara!


Baseado no texto do Prof. Bohumil Med

"Teoria da Música" de Bohumil Med


"Teoria da Música" de Bohumil Med é um livro abrangente que explora os fundamentos da teoria musical de maneira acessível. Em sua linguagem simples e direta, o autor aborda temas essenciais, indo além do convencional ao incluir assuntos menos comuns, como modos litúrgicos, transposições, escalas e acordes alterados, além de escalas exóticas. A quarta edição, revisada e ampliada, estabelece o livro como referência na teoria musical em português, oferecendo uma compreensão mais profunda e diversificada do assunto. O comprometimento do autor em proporcionar uma experiência de aprendizado enriquecedora torna a obra valiosa para estudantes, músicos e entusiastas.


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Memorizando Frequências Musicais: 🎶 A Canção do Pastorzinho 🐑



A "Canção do Pastorzinho" é uma maneira clássica e divertida de aprender as notas musicais da escala de Dó maior. 🎼 Essa sequência mnemônica ajuda a associar cada nota com sua respectiva frequência, especialmente a nota Dó.

A frequência da nota Dó (C4) é de aproximadamente 261,63 Hz. Cada nota musical tem uma frequência única, e conhecê-las é essencial para músicos e estudantes de teoria musical. 🎧

Aqui está a sequência da "Canção do Pastorzinho", também conhecida como "Do-Re-Mi":

Do (C4): 261,63 Hz 🎵

Re (D4): 293,66 Hz 🎶

Mi (E4): 329,63 Hz 🎶

Fa (F4): 349,23 Hz 🎶

Sol (G4): 392,00 Hz 🎶


A canção é uma ótima ferramenta para memorizar a ordem das notas e suas respectivas frequências. A repetição das notas dentro da melodia ajuda a fixar as frequências na memória auditiva e mental. 🧠

Interpretação da sequência da canção:

🎶 Do (C4)
🎶 Re (D4)
🎶 Mi (E4)
🎶 Fa (F4)
🎶 Fa (F4)
🎶 Fa (F4)
🎶 Do (C4)
🎶 Re (D4)
🎶 Do (C4)
🎶 Re (D4)
🎶 Re (D4)
🎶 Re (D4)
🎶 Do (C4)
🎶 Sol (G4)
🎶 Fa (F4)
🎶 Mi (E4)
🎶 Mi (E4)
🎶 Mi (E4)
🎶 Do (C4)
🎶 Re (D4)
🎶 Mi (E4)
🎶 Fa (F4)
🎶 Fa (F4)
🎶 Fa (F4)

A repetição das notas Fa (F4) cria uma forte associação auditiva, enquanto a alternância entre Do (C4) e Re (D4) facilita a fixação das frequências. Essa repetição contínua e a variação das notas promovem um aprendizado mais eficiente das notas da escala de Dó maior. 🎹

Essa canção não só é divertida, mas também uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento da memória musical! 🌟🎶


Compreendendo Acordes e Notas: Conceitos Básicos, Formatos e Técnicas para Análise Musical🎵🔍

Para entender melhor os acordes e desenhos de notas, é importante compreender os conceitos básicos de música e notação. Aqui estão algumas explicações e técnicas para ajudá-lo a analisar e comparar acordes e notas:

1. Entendendo Notas e Acordes

  • Nota: Uma nota é um símbolo que representa um som de uma duração específica. Notas têm valores numerais, que indicam a duração do som. Por exemplo, uma nota de quarto tem uma duração de um quarto do compasso.
  • Acordes: Acordes são grupos de três ou mais notas tocadas simultaneamente. Eles podem ser classificados em diferentes tipos, como maior, menor, sus2, sus4, M9, M7, etc. Cada tipo de acorde tem uma estrutura específica de notas.

2. Shape (Amplitude e Formatos)

  • Shape: O shape de um acorde se refere à forma como as notas são dispostas em uma guitarra ou outro instrumento. Isso pode influenciar a amplitude e o som do acorde.
  • Amplitude: A amplitude de um acorde é a distância entre as notas mais baixas e mais altas. Isso pode afetar a sonoridade do acorde.
  • Formatos: Os formatos de acordes podem variar dependendo do instrumento e do estilo de música. Por exemplo, um acorde de guitarra pode ter um formato diferente de um acorde de piano.

Técnicas de Mão para Entender Acordes

  • Técnicas de Mão: Você pode usar técnicas de mão para aprender e praticar acordes. Isso inclui exercícios de dedos, como escalas e arpeggios, para desenvolver habilidades motoras e melhorar a compreensão dos acordes.
  • Exemplos de Acordes: Aqui estão alguns exemplos de acordes e suas estruturas:
    • Maior: Raiz, terça maior, quinta.
    • Menor: Raiz, terça menor, quinta.
    • Sus2: Raiz, segunda, quinta.
    • Sus4: Raiz, quarta, quinta.
    • M9: Raiz, terça maior, quinta, nona.
    • M7: Raiz, terça maior, quinta, sétima.

Estrutura do Acorde

**1. Raiz (Nota Base)

  • O que é: A nota fundamental sobre a qual o acorde é construído.
  • Exemplo: Em um acorde de Dó maior (C), a nota Dó é a raiz.

**2. Terça (Nota Intermediária)

  • O que é: A nota que define se o acorde é maior ou menor. Ela está a uma distância específica da raiz.
    • Terça Maior: Está a quatro semitons acima da raiz.
      • Exemplo: Em Dó maior, a terça maior é Mi.
    • Terça Menor: Está a três semitons acima da raiz.
      • Exemplo: Em Dó menor, a terça menor é Mi♭.

**3. Quinta (Nota Final)

  • O que é: A nota que dá estabilidade ao acorde e está a uma distância específica da raiz.
    • Quinta Justa: Está a sete semitons acima da raiz.
      • Exemplo: Em Dó maior, a quinta justa é Sol.
    • Quinta Diminuta: Está a seis semitons acima da raiz.
      • Exemplo: Em Dó diminuto, a quinta diminuta é Sol♭.

**4. Sétima (Nota Adicional, se houver)

  • O que é: A nota que adiciona complexidade ao acorde e está a uma distância específica da raiz.
    • Sétima Maior: Está a onze semitons acima da raiz.
      • Exemplo: Em Dó maior 7 (Cmaj7), a sétima maior é Si.
    • Sétima Menor: Está a dez semitons acima da raiz.
      • Exemplo: Em Dó menor 7 (Cm7), a sétima menor é Si♭.

**5. Nona (Nota Adicional, se houver)

  • O que é: A nota que adiciona ainda mais complexidade ao acorde, geralmente em acordes mais avançados.
    • Nona Maior: Está a uma oitava mais a terça maior acima da raiz.
      • Exemplo: Em Dó maior 9 (Cmaj9), a nona maior é Ré.
    • Nona Menor: Está a uma oitava mais a terça menor acima da raiz.
      • Exemplo: Em Dó menor 9 (Cm9), a nona menor é Ré♭.

Exemplos de Acordes

1. Acorde Maior (C):

  • Notas: Dó (Raiz), Mi (Terça Maior), Sol (Quinta Justa)
  • Estrutura: Raiz + Terça Maior + Quinta Justa

2. Acorde Menor (Am):

  • Notas: Lá (Raiz), Dó (Terça Menor), Mi (Quinta Justa)
  • Estrutura: Raiz + Terça Menor + Quinta Justa

3. Acorde Diminuto (Cdim):

  • Notas: Dó (Raiz), Mi♭ (Terça Menor), Sol♭ (Quinta Diminuta)
  • Estrutura: Raiz + Terça Menor + Quinta Diminuta

4. Acorde de Sétima Maior (Cmaj7):

  • Notas: Dó (Raiz), Mi (Terça Maior), Sol (Quinta Justa), Si (Sétima Maior)
  • Estrutura: Raiz + Terça Maior + Quinta Justa + Sétima Maior

5. Acorde de Nona (Cmaj9):

  • Notas: Dó (Raiz), Mi (Terça Maior), Sol (Quinta Justa), Si (Sétima Maior), Ré (Nona Maior)
  • Estrutura: Raiz + Terça Maior + Quinta Justa + Sétima Maior + Nona Maior

Visualização em Notação

Acorde Maior (C):


C E G

Acorde Menor (Am):


A C E